3/30/2013

Mini diário dos dias interessantes 05

Tarde da noite, eu não sei o que escrever. Sei que eu quero escrever.
“Amanhã o dia promete” diriam alguns, mas quem fez as promessas fui eu.
Faces e mais faces, de pessoas que nunca vi aparecem e desaparecem da minha frente. Dizendo coisas sem nexo, que eu não quero ouvir. Então leio. Leio lábios, leio mentes, desejos.
Será que outros me leem? Não tem como saber, só se me gritarem: Escreva. Escreva!

9 de dezembro, de 2012

Mini diário dos dias interessantes 04

Não gosto de sonhos. Mas, não todos. Somente aqueles que acontecem em momentos dormentes.
A atriz era tão foda,  que somente ela mesma, poderia comê-la.
E enquanto escrevo ela me chama na tela do computador.
Escuto Hard on Love.






30 de novembro de 2012.

3/14/2012

A Pasta



Nesta noite, em que degusto poesias,
E o perfume faz voar, em mim,
Papéis teus,
Penso:
_ Como seria bom,
Teus verbos em poemas meus.

Teice
14 de Março, 2012.

3/11/2012

Aluada II




Fugia da rua,
Corria pra lua,
Vivia na lua.
Liberta,
Corria até nua,
A aluada.
Mas, apesar da carne crua,
Não era alienada,
Pelo menos não queria,
Não achava.
Só procurava
Sorrir com as coisas boas da vida.
Tudo e nada.

Teice
11 de março, 2012

3/06/2012

Profissão: Eleitor

Postarei aqui o texto de uma amiga(praticamente irmã) que eu amo muito. Segue o escrito, que ficou muito bom!

Profissão: Eleitor

Num mundo atuante como o de hoje onde a democracia é o principal e meio direto entre cidadãos e a elite governamental, conceitos básicos como: moradia, alimentação, lazer, saneamento, educação..., estão sendo disseminados com o único propósito de angariar votos em tempos eleitorais. Dizem-se as “más línguas” que em ano onde o ato de conscientização populacional tem o seu devido valor, mesmo sendo quantitativo,opõem-se as promessas de melhorias abrangente em totalidade de variados setores,desde pequenas obras meramente privativas até benefícios decorrentes de grandes ações.

O impacto causado pela omissão nas urnas logo é percebido, “o que foi prometido, ninguém prometeu...”, e assim são quatro longos e oprimidos anos onde a opressão toma lugar dentro de uma sociedade que simplesmente se omitiu diante da única oportunidade de fazer valer com as “próprias mãos” o seu direito.

Por todos os cantos deste Brasil,obviamente se faz presente inúmeros municípios onde são constatados por uma parcela crescente da população solicitações de cunho essencial a sobrevivência desde instalações públicas para higiene básica, à oportunidade de qualificação profissional negados dependente de transportes escolares pra realização interestadual,recapeamento de vias transitórias, destinos adequados para dispersão de resíduos secos e molhados,além de incrédulas melhorias de alcunha política.Diante disto proponho que chegado o quase findar o segundo semestre do ano de 2012 vistamos a fantasia não esquecendo do adereço que nos iguala neste momento tão democrático(nariz de palhaço) e em posse do documento válido de quatro em quatro anos,mediante a melhores e dignas condições de vida a impunidade fazemos o incorruptível...ou então voltemos ao voto de cabresto ou ao censitário.

PRISCILA HELENA DE CARVALHO

(eleitora desde os 16 anos de um pequeno município das Minas Gerais )


"Os sentimentos sempre nos pegam de surpresa,
nunca imaginamos o que podem fazer em nosso coração,
um tiro certeiro que nos aprisiona em nossos desejos e em nossas emoções.

Te querer foi uma surpresa deliciosa
uma sensação gostosa e diferente .

Um novo caminho,
uma nova opção de felicidade e prazer,
impossível negar a sedução do seu doce olhar
e do seu jeito todo especial de sorrir.

Independente do que aconteça ou a decisão que levarmos daqui pra frente...
eu estou Feliz e Isto é Fato!!!"

Anibal Albuquerque

"Perversão,
A única forma de vir-a-ser.
Perverter para transcender.

Amor vindo-a-ser Poder
Poder vindo-a-ser Amor."

Saulo Francisco de Carvalho

1/28/2012

O filme

Ele estava todo cheio de si.
A pele, a boca, o nariz.
As mãos, os pensamentos...
A raiz.
Mas como ele tinha tanta certeza,
De que esse "em si"
Realmente existia?

Escrevia, escrevia e escrevia.
Assumindo a dor da lágrima que caia.
Escrevia.
Existia?
Escrevia e caía.

Teice

1/20/2012

A pergunta que pesa



De lá pra cá, de cá pra lá,
A imagem dançava frente aos meus olhos atentos.
A verdade nua,
De um mundo sem altruísmo.

Sem poder tocá-la,
Só observava como os olhos descontentes e sedentos.
Como dói esta verdade crua.
Não ter compaixão, não partilhar o sofrimento.
" Com qual idade você perdeu sua compaixão?"
A imagem dizia isto.

O silêncio da hora,
Que também era hora de aurora,
Revelava o fato de um tempo que é,
Que está sendo.
Mas, que talvez (eu) não quisesse estar.
Seja ontem ou agora.

Quanto pesa a pergunta na tua vida?
Ás vezes a mão estendida,
Não temos coragem de tocar.
Mas, talvez, o pior é o medo de estendê-la.
Ou o medo de entendê-la.

Vês quão grave é o problema
Que aqui está?
Conheço minha vida,
O que posso eu faço.
Será que realmente faço tudo que posso?

Quanta dor traria,
Ao responder uma idade.
Quanto orgulho carregaria,
Ao dizer ser virgem à pergunta.
Mas, se houvesse orgulho,
Será mesmo que a compaixão existiria?

Não sei. Neste caso, acho que
Não tenho idade, ou virgindade.
Mas, é necessário
Alcançarmos este "estar virgem" tão sagrado.
Não pela calma da verdade,
E sim pela verdade da calma

E agora a poesia:

" O fato de entender
O ato de estender,
Está em que,
Darmos as mãos
Também é conviver.
Óbvio, não?
Olha que bonito sentido faz,
Tentarmos a paz,
Seja ela cor de carmim,
Branca
Ou lilás."

Teice

12/07/2011

(Sobre)Vivendo



Bem pensando,
Embora eu tenha objetivos,
Se eu os esgotar,
Continuarei vivendo.

Mesmo lendo
Os melhores livros
E olhares,
A vida seguirá se sobrepondo.

Melhor dizendo,
Tu viverás,
Mesmo não entendendo.

Teice